domingo, agosto 03, 2008

Orkupet
























Pronto, agora existe o Orkupet, orkut voltado para os nossos queridos bichinhos de estimação... Eu já fiz o do meu pequenininho!! hehehe... Melhor lá do que um profile no orkut, que foi feito para "gente", né??!!

http://www.orkupet.com/


Só tem pets!!!




Ps: É, eu não tenho o que fazer... hehehehe... ;)

domingo, julho 20, 2008

Coisas do cotidiano 2

Alguns meses depois do incidente com o dito cujo de vestido florido, estava eu esperando o ônibus (por que essas coisas acontecem quando estou no ônibus ou esperando um?! ¬¬), eram mais ou menos umas 14h, quando vejo isto: um pálio, modelo antigo, cinza, passando pela pista... até aí tudo bem, mas ao olhar para o motorista o que vejo: um palhaço!! aushauhsua... A maquiagem dele era bem detalhada, bem feita, palhaço chique... E o bixo ainda olha com cara amarrada para a gente (estavam na parada eu e mais duas pessoas), estavamos conversando e paramos para observar a cena e acompanhamos com o olhar até ele virar a esquina... O que ele queria, era um palhaço!!! O que ele foi fazer ali na vizinha não tenho a mínima ideia, porque festa de criança que não era, dia de semana e tal, morar ali já não sei, eu nunca o tinha visto... Os que estavam na parada se entreolharam e o comentário foi: O que porra era isso?! Eu muito perspicaz respondi: UM PALHAÇO DIRIGINDO!! aushuahsua... Enfim, foi engraçado por ser inusitado...

Outro dia vi um palhaço pegando ônibus, mas esse era um daqueles trash, então não teve tanta graça...

Eu sei que palhaços são seres humanos (auhsuhaushau), mas é engraçado ver um fazendo coisas comuns do dia-a-dia...

domingo, julho 06, 2008

Coisas do Cotidiano

Certas coisas acontecem no dia-a-dia que mal damos a devida atenção... Tudo é tão comum, tão monótono... Mas há certos personagens que nos chamam a atenção por seu caráter peculiar. Um dia estava eu toda feliz e contente no meu ônibus tradicional, indo fazer não-sei-o-quê num certo lugar aí. De repente, mais ou menos no meio do caminho, vejo esse ser: era um senhor, de mais ou menos 50 anos, moreno, barbona branca caminhando pela Av. Epitácio Pessoa. Sim, mas o que tem de tão incomum num senhor de barba branca?! Bom, o seu traje era um tanto quanto ousado... Ele estava trajando simplesmente um belo e simples vestido florido!!! Sim, esse senhor estava de VESTIDO!!!! Algumas pessoas do ônibus riram, outras nem notaram o que estava acontecendo... e as pessoas que estavam na parada próxima ao senhor ficaram olhando-o com ar incrédulos!! Se fosse carnaval, dia das Virgens de Tambaú, aí seria aceitável, mas era um dia qualquer da semana!! O cara devia ter passado a noite na casa de uma "amiga", e perdeu suas roupas tendo assim que pegar emprestado o que ela tinha, no caso o vestido florido... Ou então ele passou a noite enchendo o tonél de toddynho do mau e pegaram toda a roupa dele, não tendo outra alternativa, vestiu o que achou mais próximo... Ou então ele simplesmente quis tentar um novo visual com seu modelito florido... Suas intenções não sei, só sei que foi estranho, e acima de tudo engraçado!! ihihihihi...


O Vestido era mais ou menos assim...

sexta-feira, agosto 03, 2007

terça-feira, março 13, 2007

Receita de Cookies!!


Bom, essa é uma das coisas que mais gosto de fazer na cozinha, e claro gosto mais ainda de come-las!!! \o/ É gostoso d+!!! ihihihi...


Biscoito Tollhouse

2 1/2 de farinha de trigo
2 colheres de fermento em pó (eu não uso porque uso aquela farinha que ja vem com fermento)
uma pitada de sal
1/2 xicara de manteiga ou margarina
2/3 de xicara de açucar
raspas da casca de uma laranja (as vezes substituo por raspas de casca delimão)
1/2 xicara de chocolate picado
1 ovo ligeiramente batido
um pouco de leite para ligar
oléo para untar ( eu unto a forma com margarina mesmo)

Modo de Fazer

Pré-aqueça o forno a 200°C.
Peneire a farinha, o fermento e o sal numa tigela.
Adicione a manteiga e misture até fazer uma farofa.
Adicione o açucar, as raspas da laranja e o chocolate picado e misture bem.
Misture o ovo e vá adicionando o leite até formar uma mistura úmida porém dura. (Até ela formar uma bola só e que não fique grudando na tigela)
Faça as bolinhas e coloque na travessa untada. Depois deixe no forno uns 20 minutos, ou ate dourar.

Pronto!!! Super fácil e gostoso!!! HummMMmmmMmmmM...

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Tirinha


Uma tirinha que eu fiz pro jornalzinho la da turma, "Questão de Ordem", quero ver ele impresso!!! ihihhihi... Fiz outras ilustrações tosquinhas pra ele, não sei desenhar muito bem essas coisas não... =/

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Outra Materia

Essa nem entrou no jornal, era pra 3ª edição mas toda ela foi cancelada... =/
É tosquinha, mas whatever!! ^^



Como se veste o universitário

Ao entrar na UFPB, o aluno se depara com uma incrível variedade de estilos e tribos. Cada área de conhecimento tem o seu jeito de ser, e isso se reflete nas roupas. Quem não, ao ver um grupo de pessoas dentro do campus vestidos de branco dos pés a cabeça, pensou: “esses ai são de saúde!!” Assim, os alunos vão se diferenciando uns dos outros pelo estilo do seu curso. Acha exagero?! Pois pense, você está andando pelo Centro de Vivência e vê um grupo de pessoas vestidos com saias longas e rodadas, camisas soltinhas e com estampas coloridas, tipo hippie sabe?! Você acha que aquele grupo estuda o quê? Enfermagem? Não, certamente aquele grupo estuda na área de Humanas, potencialmente psicologia... Lembrou daquele seu amigo que estuda no CCHLA, não é?! Andar pela Praça da Alegria é ver diferentes estilos, mas dentro de um mesmo contexto. Os alunos de Humanas querem mostrar que têm seu próprio estilo, que não se vestem como a protagonista da novela das 8h. Se estiver calçando sandálias de couro cru, camisa com Che Guevara estampada, certamente é aluno de Humanas.

Já em exatas, podem-se encontrar tipos muito diferentes. De um lado você vê aquelas estudantes de arquitetura vestidas como se fossem passear no shopping center, com saltos altíssimos e roupas da última tendência. Do outro, vêem-se aqueles alunos vestidos de jeans, camiseta e havaianas, sem se preocupar se essa roupa era a mesma que ele usou no dia anterior. Há também aqueles típicos, com livros de cálculos debaixo dos braços usando aquela camiseta do último encontro de RPG ou daquele filme de ficção cientifica.

A visão de mundo, os gostos e a maneira de ser de cada um são refletidos no modo de se vestir. Por tanto, o curso que o aluno passa mais de quatro anos freqüentando e que será o seu futuro profissional, não deveria ser exceção. As influências são muitas, e não devemos negar o fato de que ela está ali, nas compras, na escolha do que irá vestir. O importante é sentir-se bem, vestido da maneira que você achar melhor e não para se encaixar nesse ou naquele grupo.

domingo, fevereiro 18, 2007

Texto que fiz sobre Seminario de Henrique Magalhães


Tiras e Quadrinhos têm seu espaço em Seminário do Decomtur

Amanda Carvalho de Andrade

marie.dujour@bol.com.br

O bom humor nas tiras brasileiras. Esse foi o tema do seminário que o Professor Doutor Henrique Magalhães ministrou, com a mediação do Professor Doutor Marcos Nicolau, nessa quarta, 8, no Auditório 412 do CCHLA, Campus I da UFPB. O segundo Seminário de Pesquisa de Decomtur aconteceu entre os dias 6 e 10 de novembro trazendo um grande número de seminários feitos por professores do Departamento de Comunicação e Turismo.

Em seu seminário, Henrique Magalhães dissertou sobre como os quadrinhos vêm se manifestando no Brasil, especialmente na Paraíba. Mostrou que não são literatura, nem artes plásticas, e sim uma nova forma de expressão, mais simples, mas não simplória, até chamada de 9ª Arte. Os quadrinhos têm sua nova linguagem, onde existe a predominância de palavras com duplo sentido e sentidos ocultos. Por ter seu espaço físico pequeno e resumido, as tirinhas têm pouco texto e uma linguagem gráfica muito expressiva, fazendo com que a piada seja curta e engraçada.

No Brasil, a predominância das publicações é de quadrinhos infantis, como a Turma da Mônica de Mauricio de Sousa. Para os adultos, as HQs americanas são as que têm maior espaço no mercado, por serem produtos fabricados em larga escala e com distribuição maior dentro do país. Publicações nacionais não conseguem competir com “O Homem-Aranha”, apesar de que a Marvel, grande editora de HQ americana que produz esse e outros títulos de sucesso, tem como artista exclusivo um brasileiro, ou melhor, paraibano, o Mike Deodato.

Já a produção paraibana de tirinhas começou na década de 70, por conta dos jornais ficarem mais gráficos e os custos de impressão mais baratos. Muitas tirinhas de diferentes autores já foram publicadas, inclusive a do próprio Henrique Magalhães com a personagem “Maria”. Nessa época foram criados suplementos que incentivaram novas produções, até mesmo crianças começaram a criar suas tirinhas. Atualmente vemos que os jornais paraibanos não têm mais o interesse de publicar tirinhas, para o professor: “Os jornais não têm conhecimento sobre tirinhas, e existe certo preconceito perante a esse tipo de produção. Desculpando a palavra, mas ignorância mesmo dos jornais.” As publicações agora se limitam a fanzines, livros e álbuns. Grupos como o Made in PB e o artista Shiko são exemplos dos que ainda produzem quadrinhos dentro do estado.

Existem aqueles quadrinhos globalizados, que se encaixam em qualquer realidade por ter seu humor generalizado, neutro e imparcial. Exemplo desses é o Garfield, tirinha publicada em diversos países. “Esse tipo de quadrinhos tem o seu valor como humor, mas é um humor generalizado. E sim, ela tem sua importância dentro do humor”, ressalta Henrique. Ao contrário são as tirinhas nacionais, que usam a o cotidiano e o que está acontecendo no país, principalmente na sua localidade, como inspiração. As tirinhas sempre foram uma forma de mostrar o descontentamento e tirar sarro com a política e outros fatos do momento de forma bem humorada.

Quem é Henrique Magalhães?

Professor de Jornalismo, Henrique Paiva de Magalhães nasceu em João Pessoa, em 1957. Formou-se em jornalismo na UFPB em 1983, sete anos depois defendia a dissertação de Mestrado “Os fanzines de histórias em quadrinhos: o espaço crítico dos quadrinhos brasileiros”, na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Escolher esse tipo de produção marginal como objeto de estudo causou surpresa para a banca examinadora. Publicações como os fanzines passaram a ter maior importância cultural e social. Como era de se esperar, em 1996, Henrique defendeu sua tese de Doutorado na Universidade Paris VII, tendo fanzines como tema: “Fanzines de Bande Dessinée: rénovation culturelle et presse alternative”.

Henrique Magalhães criou a famosa personagem “Maria”, em 1975, onde diariamente eram publicadas suas tirinhas no jornal O Norte. Também teve publicado em fanzines e em semanários portugueses. Com Maria, lançou 10 revistas, um livro e um álbum. Atualmente pode-se ver a personagem na revista Maria Maganize, da editora Marca de Fantasia, onde também se encontra tiras de autores de todo o Brasil.

Criou e dirige a Gibiteca Henfil, que funciona no Decom, voltada para os quadrinhos e títulos independentes. Dirige a editora independente Marca de Fantasia, onde são publicados fanzines, revistas, álbuns e livros, ligados à cultural alternativa e independente. Inclusive, o fanzine Top! Top! faturou o prêmio HQ Mix de melhor revista independente de 2002.